Como tratar a insônia

A insônia se trata de um distúrbio do sono que implica uma diminuição do tempo dedicado a dormir e é um problema comum. Esse transtorno pode apresentar-se de duas formas distintas: a insônia inicial, quando há dificuldade em adormecer, e a insônia terminal quando se acorda demasiado cedo.

É uma condição que provoca fadiga, irritabilidade e dificuldade em manter um ritmo de vida normal. A causa mais comum da insônia é a ansiedade a ou a preocupação mas existem muitas outras causas associadas à insônia, desde a apneia do sono, à síndrome dos membros inquietos, até fatores ambientais como o ruído ou a luz excessiva, a ingestão de café à noite, a falta de exercício, os horários irregulares ou a utilização incorreta de medicamentos para provocar o sono.
As insônias podem ser igualmente sintomas de uma doença psiquiátrica como a ansiedade, a depressão, a esquizofrenia ou a demência. A síndrome de abstinência de fármacos hipnóticos, antidepressivos, ansiolíticos e drogas ilícitas pode provocar insônia total e persistente que poderá durar várias semanas.

Se houver uma causa física ou psicológica para a insônia deverá ser devidamente tratada. No caso de insônias crónicas sem qualquer causa específica descoberta através da história clínica e de exame clínico, deve proceder-se a uma investigação mais detalhada e o diagnóstico só se efetuará através de material sofisticado e especializado em laboratórios de sono.

Realçamos que muitas das pessoas que se queixam de insônias dormem muito mais do que aquilo que pensam e transmitem. A sensação de fadiga ocorre, sobretudo, porque acordam muitas vezes durante o período do sono e não conseguem ter um sono repousante. Trata-se de um problema que reside principalmente na qualidade e não na quantidade de horas de sono. A melhor solução é ter uma vida preenchida e ativa tanto física como intelectualmente e estabelecer rotinas e horários para acordar de manhã. Os fármacos não são aconselhados sem prescrição médica na medida em que deverá haver um acompanhamento por parte de um neurologista que deliberará sobre a sua necessidade ou não.

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